sábado, 16 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Sonoplastia
Tínhamos que criar um improviso em que a ênfase fosse a SONOPLASTIA, sendo o tema a palavra “parto”. O grupo proposto por marco (Clowns de Shakespeare) era formado por Camile (Clowns de Shakespeare), Paula, Roberto e Renan (Ói Nóis...), mesmo sendo um improviso livre, lemos o texto. Daí em diante as ideias começaram a chegar e eram muitas. Como por exemplo, usarmos uma cadeira coberta de panos e um de nós sair por debaixo dela. Mas, preferíamos dar ênfase no corpo do ator. Então chegamos à cena escolhendo Tambor, Harmônico e voz como instrumentos dessa Sonoplastia.
Instrumento: Tambor e Harmônico e voz. Adereço: Uma máscara de Boi e duas máscaras de mulheres.
Duas mulheres em frente a uma entidade (um homem boi). Ouve-se o harmônico e depois de alguns segundos entra o som do tambor tocado por essa entidade. Junto com a batida do tambor as mulheres começam a gemer. Estabelece-se uma relação sexual entre elas e a entidade. Conforme a batida do tambor acelerava, os sons produzidos pelas mulheres e pelo harmônico também. Quando a energia chega ao ápice, as mulheres vão ao chão e o harmônico para. Ficando apenas o tambor. A entidade começa a circular as mulheres, elas agora começam a dançar, se relacionam e criam imagens. A entidade então vai para trás das mulheres, uma senta nos ombros da outra que a levanta criando uma imagem de totem. A entidade volta a circular e do meio das pernas das mulheres nasce uma criança. Os sons das mulheres durante o nascimento são muito semelhantes aos do ato sexual, porém com mais dor. A entidade para na frente da criança e fixa seus olhos nela. As mulheres cantam: "Boi, boi boi. Boi da cara preta, pega esse menino que tem medo de careta". Silêncio.
domingo, 10 de abril de 2011
De um olhar solitário do outro Rio Grande
Improvisos terceiro dia de intercâmbio (domingo, 10 de abril)
1 – Narração (Marta e Clélio)
2 – Sonoplastia (Paula, Camile, Roberto e Renan)
3 – Música / canção já existente (Tânia, Renata, César, Paulo e Eugênio)
Sobre o improviso que dá ênfase na NARRAÇÃO...
Elementos utilizados: novelo de lã vermelha, duas tesouras
Instrumento: gaita
Figurinos: duas togas pretas, terno preto, vestido branco manchado de sangue
Descrição:
Os narradores que contam essa história são máscaras mortuárias: Máscara Mortuária Masculina (MMM) e Máscara Mortuária Feminina (MMF).
O público se espalha pelo espaço numa arena. A MMM entra no espaço cênico vestindo uma toga preta e tocando gaita. A MMF entra vestindo uma toga preta e traz um novelo de lã vermelha. Ao som da gaita, vai desenrolando a lã, que é segurada pelos espectadores, de forma que surge a imagem de uma teia vermelha. Fala cantando: Da teia desce uma cama que é disposta ao alto. Duas figuras de mulher com máscaras mortuárias trazem uma rapariga para o palco e colocam-na de costas para a cama. Vestem a noiva. Atam-na à cama com o cinto do vestido de noiva. Segurando o novelo de lã, pára em frente à MMM, que canta: Duas figuras de homem com máscaras mortuárias trazem o noivo e colocam-no de frente para a noiva. Ele faz o pino, anda com as mãos no chão, faz a roda à frente dela, etc.. E em silêncio ele diz: ela ri sem se ouvir. Continuando com a gaita: Ele rasga o vestido da noiva e toma posição encostado a ela.
Os dois se olham, a gaita pára, ambos dizem: Projecção: Sexo. Largam a gaita e o novelo no chão, tiram suas togas, revelam o figurino de noivo (terno) e noiva (vestido branco manchado de sangue). Começam a andar em círculo, desmanchando a teia e cantando: Com os farrapos do vestido de noiva as máscaras mortuárias masculinas amarram as mãos, as máscaras mortuárias femininas os pés da noiva à cama. Param.
Cada um retira de sua roupa uma tesoura, com a qual cortarão a lã. À medida que o movimento vai ficando mais frenético, o som repetido O resto serve de mordaça vai ficando mais claro. Olham-se por entre as tesouras. MMM arranca da MMF a tesoura e começa a fazer barulho cortando o ar, no mesmo tempo em que fala Enquanto o homem, diante do público (feminino) faz o pino, anda com as mãos no chão, faz a roda à frente dela, etc., a barriga da mulher incha até rebentar. A MMF, enquanto isso, recolhe do chão a lã picotada e a coloca em sua barriga.
Os dois se olham, ele vai até ela, dizem Projecção: Parto e ele joga as tesouras no colo dela, que se encontra no chão em posição de parto. Começa uma respiração ofegante da MMF, seguida pela gaita tocada pela MMM. Em seguida, de forma ofegante e rápida, a MMF diz: As máscaras mortuárias femininas tiram da barriga da mulher uma criança, desamarram-lhe as mãos, põem-lhe o filho nos braços. Ao mesmo tempo, as máscaras mortuárias masculinas carregam de tal modo com armas o homem que ele já só consegue andar de gatas.
Os dois se olham e num tom desanimado, dizem Projecção: Morte. Enquanto a MMM toca a gaita e conta o fim da história (A mulher arranca o rosto, desmembra a criança e lança os pedaços na direcção do homem. Da teia caem sobre o homem escombros membros entranhas), a MMF retira de sua barriga os restos de lã e os joga para o público, cantando timidamente uma melodia.
Descrição do grupo 2 sobre improvisos
Grupo 2 - Projecção: Sexo (membros do grupo: Tânia, Renata, Clélio e Marta)
Descrição do próprio grupo sobre o seu improviso
Elementos: pano de malha cor carne
Mostra o sexo como jogo de dominação, imposto pelo homem.
Imagem 1 - Carne (anterior ao homem). Sons carnais, gemidos, respirações com diferentes frequências. O som que rompe com isso é masculino.
Imagem 2 - Homem e mulher animais. Relação de caça e caçador. Mulher faz som de animal acuado.
Imagem 3 - Homem e mulher. Som de rompimento dá início à perseguição. Corrida em círculo. Enquanto o pano cor de carne prende a mulher, que tenta inutilmente fugir, o som da perseguição tem andamento contínuo (A A A A) sem emoção.
Imagem 4 - Beijo de possessão. Suspensão do som.
Imagem 5 - Rejeição.
Imagem 6 - Repetição. Outra mulher é possuída, mas é como se fosse a mesma.
Imagem 7 - Buceta dilacerada. Consumação do sexo como se possessão. Grito mudo. Som do tecido batendo, como som do sexo.
Descrição do grupo 2 sobre o improviso do grupo 3 (Marco, Paula, César e Roberto)
Projecção: Morte
Chama da vela como símbolo da vida. Brinde da morte. Música do metalofone meio tétrica, que mostra uma vida sem graça / morte na via / vida já projectando a morte. Sons do metalofone e da sanfona são distintos. A sanfona tem um som invernal. O ser que vem brindar, envolto em um tubo vermelho, é uma espécie de centopeia da morte. Vários braços como a morte com vários rostos/caras.
JOGO-MEDEIA
JOGO-MEDEIA
Descrição do improviso do 2° encontro - Projecção: Morte
sábado, 9 de abril de 2011
Seminário Música da Cena na Terreira da Tribo
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
2º dia Seminário A Música da Cena (ensaio aberto O Capitão e a Sereia, do Clowns)
domingo, 3 de abril de 2011
Seminário Música da Cena
